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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A imprevisível corrida pelas Copas de 2018 e 2022

A idéia inédita da Fifa de anunciar as próximas duas sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022 numa data única (em dezembro de 2010), criou uma expectativa que há muito não se via nos processos de escolha dos países. O anúncio da eleição do Brasil em 2007, por exemplo, pode ser considerado “sem graça” perto da disputa que se desenha para esses últimos 12 meses.

Entre os diversos candidatos, alguns já se despontam, mas fica impossível garantir que algum deles já esteja garantido. Esse blog acredita que os escolhidos sairão do grupo formado por Austrália, Inglaterra, Rússia e Quatar, com EUA correndo por fora, porque nunca dá para desprezar uma candidatura norte-americana.

Inglaterra e Rússia têm as campanhas mais caras e, por isso, estão confiantes, apesar das gafes já cometidas pelos ingleses e também pelo fato da Fifa mostrar claramente que busca, cada vez mais, por novos mercados, o que dá certa vantagem para a Rússia, Austrália e Quatar. Mas a Inglaterra está firme na disputa, cada dia mais angariando adeptos pelo mundo todo e já até divulgou uma lista com os estádios que receberiam os jogos.

Outra grande favorita é a Austrália, que tem o apoio de membros importantes do board da Fifa. O projeto é elogiado por todos, as Olimpíadas de Sidney são consideradas um exemplo histórico e a oportunidade de conquistar o mercado asiático é o que a Fifa (e nove em cada dez empresas) mais deseja ultimamente. Por isso Quatar e seus milhões de dólares também tem boas chances, como tem demonstrado nos amistosos e no recém-disputado Mundial de Clubes. Correndo por fora temos justamente as campanhas que pretendem voltar a organizar a Copa do Mundo em parceria, como Holanda-Bélgica e Espanha-Portugal.

Estados Unidos e Japão já receberam o maior evento de futebol nos últimos 16 anos, mas nem por isso estão menos animados. O primeiro aposta na consolidação do esporte no país, tanto dentro, quanto fora de campo. Já o segundo joga as fichas no ineditismo. Isso mesmo, segundo os organizadores, o Japão não pode fazer tudo o que gostaria quando dividiu a Copa com a Coréia do Sul em 2002.

Fonte: http://jogodenegocios.blog.terra.com.br/2009/12/22/a-imprevisivel-corrida-pelas-copas-de-2018-e-2022/

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