Enquanto o comitê britânico responsável pela candidatura do país para receber a Copa do Mundo de 2018 anunciava o apoio de estrelas internacionais como o alemão Michael Ballack, o ganês Michael Essien, o brasileiro Robinho e outros atletas que disputam a Premier League, o assunto que mais chamou a atenção foi “presentinho” que eles enviaram para as esposas de 24 senhores do board da Fifa. São esses senhores que escolherão os países vencedores.
A entrega do mimo, uma bolsa da grifê de luxo Mulberry com preço estimado de 240 libras, causou um tremendo mal-estar na mídia local e européia, que condenou o ato e imediatamente passou a questionar a lisura do processo. Os organizadores se defenderam, dizendo que não infringiram as regras estipuladas pela própria Fifa. “Seguimos tudo o que foi estipulado e escolhemos os presentes com muito cuidado, sempre dentro desse guia de regras que é o mesmo para todos os postulantes. Por isso, não existe desconforto.” disse o representante do governo, Richard Caborn, para a BBC.
Apesar disso, as críticas vieram até do próprio governo, como o ministro dos esportes Hugh Robertson, que classificou o ato como um “grande erro”. Para ele, essa não é a mensagem que a candidatura inglesa deveria passar para o mundo, principalmente num momento de crise econômica.
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