Em entrevista ao site Football Insider, Vitaly Mutko, ministro dos esportes russo e integrante do comitê da Fifa - portanto um dos 24 eleitores do processo -, disse que a candidatura não para de crescer, mas, para que esse processo ganhe ainda mais peso, já conversou com o atual primeiro-ministro e ex-presidente Vladimir Putin. Mutko acredita que a influência internacional de Putin pode ser um grande diferencial para as outras campanhas.
“Ele vai sair em campanha nos próximos meses. Na reunião que teve com Joseph Blatter, Putin garantiu que o governo vai assinar todas as garantias necessárias para a realização da Copa do Mundo no nosso país.” declarou Mutko. Vale lembrar que Putin já exerceu papel semelhante, com sucesso, quando a cidade de Socchi foi eleita a sede das Olimpíadas de Inverno de 2014. E os adversários sabem disso, por isso apelidaram Putin de “arma secreta” da candidatura russa.
Mutko está confiante. “O que a Fifa tem buscado valorizar nas escolhas é o quanto a Copa do Mundo pode ajudar no desenvolvimento do país e no legado que vai ser deixado. A nossa candidatura é totalmente focada nesses dois pontos.” E dinheiro não parece mesmo ser o problemas para os oligarcas russos. Para se ter uma idéia, o orçamento da campanha é de US$ 40 milhões, 60% maior do que o da Inglaterra, por exemplo, o segundo país que mais está investindo.

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