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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
CNN chama Corinthians de "pequeno clube de SP"
A enorme proposta de 40 milhões de libras feita pelo Corinthians para contratar o argentino Carlitos Tevez, do Manchester City, despertou a atenção da CNN, uma das principais emissoras do mundo. No entanto, em um artigo abordando o superaquecimento da economia brasileira, por conta da alta oferta feita pelo clube, a TV americana classificou o time do Parque São Jorge como um "pequeno time de São Paulo."
Ao abordar a negociação entre o Corinthians e o clube inglês, um blog dentro do portal da emissora de TV americana mostra surpresa com a oferta da equipe alvinegra pelo argentino, ídolo do clube entre os anos de 2005 e 2006.
"Você ficará surpreso em saber quem está tentando contratar Tevez. Não são sheiks ou oligarcas, mas um pequeno clube de São Paulo, no Brasil - Corinthians. Eles ofereceram US$ 55 milhões para contratar esta superestrela do futebol. E esse valor é apenas a proposta de transferência", informou o blog Global Public Square.
O artigo cita a oferta realizada pelo clube comandado por Andrés Sanchez para ratificar o crescimento econômico do Brasil nos últimos anos.
"Agora, Tevez pode ou não ser vendido, mas isso é uma enorme declaração de intenção, ou de aumento, de um poderoso Brasil, não apenas no futebol, mas em outros campos. Na última década, o Brasil teve uma história de sucesso na América Latina, um recorde de crescimento de 7,5% ao ano, e 33 milhões de pessoas retiradas da pobreza nos últimos anos", escreveu a emissora americana.
Para recontratar o argentino, campeão brasileiro em 2005, o Corinthians fez uma proposta de mais de R$ 100 milhões, a maior registrada na história do futebol nacional, e inimaginável há poucos anos. Acostumado a perder atletas para a Europa, o torcedor nacional pela primeira vez pode sonhar em um nível mais alto no País, por conta do valor apresentado por Tevez.
Embora nem Corinthians e nem City tenham confirmado a transferência, o técnico da equipe inglesa, Roberto Mancini, assegurou que os clubes chegaram a um acordo, embora cite o argentino como "ainda jogador do City".
O time paulista tem até o próximo dia 20 para acertar o retorno do atacante da seleção argentina em virtude do encerramento da janela de transferências do País para atletas oriundos do futebol europeu.
Ao abordar a negociação entre o Corinthians e o clube inglês, um blog dentro do portal da emissora de TV americana mostra surpresa com a oferta da equipe alvinegra pelo argentino, ídolo do clube entre os anos de 2005 e 2006.
"Você ficará surpreso em saber quem está tentando contratar Tevez. Não são sheiks ou oligarcas, mas um pequeno clube de São Paulo, no Brasil - Corinthians. Eles ofereceram US$ 55 milhões para contratar esta superestrela do futebol. E esse valor é apenas a proposta de transferência", informou o blog Global Public Square.
O artigo cita a oferta realizada pelo clube comandado por Andrés Sanchez para ratificar o crescimento econômico do Brasil nos últimos anos.
"Agora, Tevez pode ou não ser vendido, mas isso é uma enorme declaração de intenção, ou de aumento, de um poderoso Brasil, não apenas no futebol, mas em outros campos. Na última década, o Brasil teve uma história de sucesso na América Latina, um recorde de crescimento de 7,5% ao ano, e 33 milhões de pessoas retiradas da pobreza nos últimos anos", escreveu a emissora americana.
Para recontratar o argentino, campeão brasileiro em 2005, o Corinthians fez uma proposta de mais de R$ 100 milhões, a maior registrada na história do futebol nacional, e inimaginável há poucos anos. Acostumado a perder atletas para a Europa, o torcedor nacional pela primeira vez pode sonhar em um nível mais alto no País, por conta do valor apresentado por Tevez.
Embora nem Corinthians e nem City tenham confirmado a transferência, o técnico da equipe inglesa, Roberto Mancini, assegurou que os clubes chegaram a um acordo, embora cite o argentino como "ainda jogador do City".
O time paulista tem até o próximo dia 20 para acertar o retorno do atacante da seleção argentina em virtude do encerramento da janela de transferências do País para atletas oriundos do futebol europeu.
domingo, 17 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Barcelona chama Corinthians de time pequeno, com Lugano no site.....
Segue o Link, para a matéria
El partido será una de las semifinales de la Copa Audi 2011. Además de Barça e Internacional de Porto Alegre, también la jugarán Bayern de Múnich y el AC Milan. El conjunto brasileño será, pues, el segundo rival azulgrana a la pretemporada 2011/12.
Los ‘colorados’
Históricamente el equipo de Porto Alegre ha sido un equipo bien conocido por la
afición azulgrana. Jugó, a lo largo de muchas ediciones, especialmente en la década de los ochenta,
el Trofeo Joan Gamper. El Barça y el equipo brasileño se enfrentaron por última vez en la final del
Mundial de Clubes del año 2006. Los ‘colorados’ se proclamaron campeones del mundo a
Yokohama (1-0) ganando la final precisamente al FC Barcelona de Frank Rijkaard.
Su historia
Fundado en 1909, el Internacional de Porto Alegre empezó su época dorada en los años cuarenta del siglo pasado. El equipo de Porto Alegre, junto con el São Paulo, Santos, el Flamengo, el Palmeiras y su gran rival ciudadano, el Gremio, son los grandes clubes de Brasil, que dominan y han dominado históricamente los campeonatos del país con más Mundiales a su palmarés.
Del club de Porto Alegre han salido figuras mundiales como Falcao, Taffarel, Lucio y Dunga. Los tres últimos han sido campeones del mundo con Brasil. El FC Barcelona también ha tenido en sus plantillas a jugadores procedentes del plantel ‘colorado’, como son Aloisio Pires o Fabio Rochemback. En la actual Liga española, el futbolista más destacado que procede del Internacional es el delantero Nilmar, del Vila-real.
El actual Internacional
Hoy el equipo brasileño es todavía el actual campeón de la Copa Libertadores de
América, título ganado en la última edición de la Champions sudamericana. El entrenador es una de
sus figuras más míticas, Paulo Roberto Falcao, extraordinario jugador de la selección de Brasil que
participó en la Copa del Mundo del 1982, con otros futbolistas como Zico, Junior, Sócrates, Elder o
Toninho Cerezo, entre muchos otros.
En la plantilla actual hay exjugadores de la Liga española, como los argentinos De Alessandro (Zaragoza), Cavenaghi (Mallorca) y el brasileño Rafael Sobis (Betis). Fruto del buen trabajo del plantel de Porto Alegre, el último gran negocio fue el fichaje, por parte del AC Milan, de Alexandre Pato, otro ex del segundo rival del Barça esta próxima pretemporada.
Sorteo para los socios
El hecho de enfrentarse al campeón de Europa ha provocado en Porto Alegre una fiebre extraordinaria entre la masa social del club brasileño. Los directivos han organizado un sorteo entre sus socios para acompañar al equipo hasta Alemania. Tendrá prioridad en este sorteo quien traiga más nuevos socios al Club.
Rivales de pretemporada (I): Hajduk Split
El partido será una de las semifinales de la Copa Audi 2011. Además de Barça e Internacional de Porto Alegre, también la jugarán Bayern de Múnich y el AC Milan. El conjunto brasileño será, pues, el segundo rival azulgrana a la pretemporada 2011/12.
Los ‘colorados’
Su historia
Fundado en 1909, el Internacional de Porto Alegre empezó su época dorada en los años cuarenta del siglo pasado. El equipo de Porto Alegre, junto con el São Paulo, Santos, el Flamengo, el Palmeiras y su gran rival ciudadano, el Gremio, son los grandes clubes de Brasil, que dominan y han dominado históricamente los campeonatos del país con más Mundiales a su palmarés.
Del club de Porto Alegre han salido figuras mundiales como Falcao, Taffarel, Lucio y Dunga. Los tres últimos han sido campeones del mundo con Brasil. El FC Barcelona también ha tenido en sus plantillas a jugadores procedentes del plantel ‘colorado’, como son Aloisio Pires o Fabio Rochemback. En la actual Liga española, el futbolista más destacado que procede del Internacional es el delantero Nilmar, del Vila-real.
El actual Internacional
En la plantilla actual hay exjugadores de la Liga española, como los argentinos De Alessandro (Zaragoza), Cavenaghi (Mallorca) y el brasileño Rafael Sobis (Betis). Fruto del buen trabajo del plantel de Porto Alegre, el último gran negocio fue el fichaje, por parte del AC Milan, de Alexandre Pato, otro ex del segundo rival del Barça esta próxima pretemporada.
Sorteo para los socios
El hecho de enfrentarse al campeón de Europa ha provocado en Porto Alegre una fiebre extraordinaria entre la masa social del club brasileño. Los directivos han organizado un sorteo entre sus socios para acompañar al equipo hasta Alemania. Tendrá prioridad en este sorteo quien traiga más nuevos socios al Club.
Rivales de pretemporada (I): Hajduk Split
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Lugano: Estrela Celeste. Sangue Tricolor por Fê Santana
Diego Alfredo Lugano Moreno nasceu dia 2 de novembro de 1980, em Canelones (Uruguai).
Começou sua história no futebol quando era apenas um menino. Começou no Três Esquinas com apenas 4 anos de idade e aos 14 foi para o Club Libertad de Canelones. Jogou também no Nacional de Montevidéu e por lá ficou até 2001. Passou pelo Plaza Colonia e em 2003 foi contratado pelo São Paulo Futebol Clube.
Com o codinome “zagueiro do Presidente”, Lugano chegou sob forte desconfiança. Afinal, ninguém o conhecia aqui no Brasil. Marcelo Portugal Gouvêa, nosso saudoso presidente, foi ousado e o contratou por 200 mil dólares. Ele era a aposta para endireitar a defesa Tricolor.
Durante a apresentação do jogador, um fotógrafo disse para Lugano:
“Dê um sorriso, Lugano. Mostra que está contente”
Logo ele respondeu:
”Não vejo motivo nenhum para sorrir sem razão. Vim aqui para vencer e só vou dar risada quando estiver comemorando algum título.”
Este fato está descrito no maravilhoso livro “Tricolor Celeste”, de Luis Augusto Simon.
O uruguaio chegou e não agradou o técnico Oswaldo de Oliveira. Nem para o banco ele era relacionado. Quando Oswaldo foi demitido, más línguas disseram que era culpa de Lugano. Que o técnico tinha sido demitido por que não escalava o “Zagueiro do Presidente”. Essa afirmação deixou Lugano muito chateado (e com motivo).
Ele sabia que precisava se esforçar para convencer. Sabia que era capaz e tinha noção de que precisava se dedicar bastante.
E assim o fez.
Após um tempo de desânimo e de muita contestação, ele não queria desistir. E manteve seu pensamento dessa forma. Insistiu. Persistiu.
Aos poucos, Lugano foi conquistando seu espaço e sua personalidade foi envolvendo a torcida. O zagueiro também ganhou alguns desafetos: quem aqui não lembra do atrito com o Elano, em 2004? “Lugano, pega o Elano!” era a frase entoada a plenos pulmões pela torcida Tricolor.
Em 2004, após uma série de bons jogos, o uruguaio estava a um passo de virar ídolo e xodó dos São-Paulinos.
Em 2005, Lugano começou com o pé direito. Marcou seu primeiro gol e iniciou um ano de glórias!
Fez partidas excelentes (para não dizer perfeitas) e mostrou o seu valor. Deixou muitos críticos boquiabertos e levou a torcida ao delírio!
Libertadores da América foi uma competição abrilhantada. Nosso elenco era uma constelação. Que zaga! Não há quem diga que o elenco de 2005 não se completava.
Lugano conseguiu mostrar a que veio.
Com toda a sua força, garra, raça e dedicação, ele se tornou um dos maiores ídolos do São Paulo.
Motivo de orgulho escancarado para a torcida e sobretudo para o nosso excelentíssimo presidente.
Aquele era o zagueiro dele! Reverenciem!
Lugano sabia usar a sua força (os adversários que o digam) e sabia se colocar muito bem. Tinha um ótimo senso de posicionamento e assim, definitivamente, se tornou o queridinho da torcida.
Além de impor respeito, ele também conseguia intimidar os rivais com um simples olhar.
Bom… não tão simples assim.
Esbugalhava seus olhos e partia pra cima.
Peitava.
Era temido.
Sabia como fazer com que os outros sentissem medo.
A torcida ficava louca ao vê-lo numa dividida.
Haviam loucos que ousavam passar por ele. Ninguém ultrapassava essa muralha.
Era imbatível. Inigualável. Insuperável e indefinível.
Apesar de tentar achar palavras para defini-lo, fico com a sensação de que nenhuma é capaz de demonstrar toda a admiração que sinto por ele.
Minha idolatria é enorme.
Tento, sem sucesso, achar algo que expresse o que sinto.
Impossível.
Lugano lutava.
Entrava em um jogo como se entra em uma batalha.
De que adianta jogar se não for para vencer?
A sua determinação contagiava toda a equipe.
Se doava como ninguém.
Dava o sangue pelo São Paulo.
Vibrava como se cada jogo fosse uma final de campeonato.
Quem diria que chegaria tão longe?
É Diego DIOS Lugano.
É ídolo incontestável.
Leva consigo o amor pelo São Paulo.
Leva consigo toda uma Nação.
Atualmente, Diego Lugano defende o Fenerbahçe – Turquia e é capitão da Seleção Uruguaia (nossa querida Celeste!)
Ocupa também (em tempo integral) o coração de todos os Tricolores.
Ele é GUERREIRO e nunca perde o seu VALOR!
FêSantana no twitter @tekilando.
Texto original: http://3toques.com.br/blogs/fesantana/2010/10/05/especial-libertadores-2005-diego-lugano/
Começou sua história no futebol quando era apenas um menino. Começou no Três Esquinas com apenas 4 anos de idade e aos 14 foi para o Club Libertad de Canelones. Jogou também no Nacional de Montevidéu e por lá ficou até 2001. Passou pelo Plaza Colonia e em 2003 foi contratado pelo São Paulo Futebol Clube.
Com o codinome “zagueiro do Presidente”, Lugano chegou sob forte desconfiança. Afinal, ninguém o conhecia aqui no Brasil. Marcelo Portugal Gouvêa, nosso saudoso presidente, foi ousado e o contratou por 200 mil dólares. Ele era a aposta para endireitar a defesa Tricolor.
Durante a apresentação do jogador, um fotógrafo disse para Lugano:
“Dê um sorriso, Lugano. Mostra que está contente”
Logo ele respondeu:
”Não vejo motivo nenhum para sorrir sem razão. Vim aqui para vencer e só vou dar risada quando estiver comemorando algum título.”
Este fato está descrito no maravilhoso livro “Tricolor Celeste”, de Luis Augusto Simon.
O uruguaio chegou e não agradou o técnico Oswaldo de Oliveira. Nem para o banco ele era relacionado. Quando Oswaldo foi demitido, más línguas disseram que era culpa de Lugano. Que o técnico tinha sido demitido por que não escalava o “Zagueiro do Presidente”. Essa afirmação deixou Lugano muito chateado (e com motivo).
Ele sabia que precisava se esforçar para convencer. Sabia que era capaz e tinha noção de que precisava se dedicar bastante.
E assim o fez.
Após um tempo de desânimo e de muita contestação, ele não queria desistir. E manteve seu pensamento dessa forma. Insistiu. Persistiu.
Aos poucos, Lugano foi conquistando seu espaço e sua personalidade foi envolvendo a torcida. O zagueiro também ganhou alguns desafetos: quem aqui não lembra do atrito com o Elano, em 2004? “Lugano, pega o Elano!” era a frase entoada a plenos pulmões pela torcida Tricolor.
Em 2004, após uma série de bons jogos, o uruguaio estava a um passo de virar ídolo e xodó dos São-Paulinos.
Em 2005, Lugano começou com o pé direito. Marcou seu primeiro gol e iniciou um ano de glórias!
Fez partidas excelentes (para não dizer perfeitas) e mostrou o seu valor. Deixou muitos críticos boquiabertos e levou a torcida ao delírio!
Libertadores da América foi uma competição abrilhantada. Nosso elenco era uma constelação. Que zaga! Não há quem diga que o elenco de 2005 não se completava.
Lugano conseguiu mostrar a que veio.
Com toda a sua força, garra, raça e dedicação, ele se tornou um dos maiores ídolos do São Paulo.
Motivo de orgulho escancarado para a torcida e sobretudo para o nosso excelentíssimo presidente.
Aquele era o zagueiro dele! Reverenciem!
Lugano sabia usar a sua força (os adversários que o digam) e sabia se colocar muito bem. Tinha um ótimo senso de posicionamento e assim, definitivamente, se tornou o queridinho da torcida.
Além de impor respeito, ele também conseguia intimidar os rivais com um simples olhar.
Bom… não tão simples assim.
Esbugalhava seus olhos e partia pra cima.
Peitava.
Era temido.
Sabia como fazer com que os outros sentissem medo.
A torcida ficava louca ao vê-lo numa dividida.
Haviam loucos que ousavam passar por ele. Ninguém ultrapassava essa muralha.
Era imbatível. Inigualável. Insuperável e indefinível.
Apesar de tentar achar palavras para defini-lo, fico com a sensação de que nenhuma é capaz de demonstrar toda a admiração que sinto por ele.
Minha idolatria é enorme.
Tento, sem sucesso, achar algo que expresse o que sinto.
Impossível.
Lugano lutava.
Entrava em um jogo como se entra em uma batalha.
De que adianta jogar se não for para vencer?
A sua determinação contagiava toda a equipe.
Se doava como ninguém.
Dava o sangue pelo São Paulo.
Vibrava como se cada jogo fosse uma final de campeonato.
Quem diria que chegaria tão longe?
É Diego DIOS Lugano.
É ídolo incontestável.
Leva consigo o amor pelo São Paulo.
Leva consigo toda uma Nação.
Atualmente, Diego Lugano defende o Fenerbahçe – Turquia e é capitão da Seleção Uruguaia (nossa querida Celeste!)
Ocupa também (em tempo integral) o coração de todos os Tricolores.
Ele é GUERREIRO e nunca perde o seu VALOR!
FêSantana no twitter @tekilando.
Texto original: http://3toques.com.br/blogs/fesantana/2010/10/05/especial-libertadores-2005-diego-lugano/
domingo, 29 de agosto de 2010
Gino, Tanque de Guerra, Arma Mortífera! por Dr. Catta Preta
Gino Orlando nasceu em
03/09/29. Paulistano da gema, Gino cresceu assistindo ao esplendor do futebol
em São Paulo.
A juventude de Gino Orlando foi uma juventude de delírio futebolístico.
Sim, porque os anos 40 foram anos poéticos para o futebol paulista. Gino, aquele jovem de dezesseis, dezessete anos, ia ao Pacaembu ver os shows de Leônidas, Bauer e Sastre, que ganhavam tudo pelo São Paulo, Gino ia ver Oberdan, Villadoniga e Lima envergando a camisa do Palmeiras, Gino assistia embevecido aos shows de Domingos da Guia, de Servílio e de Hércules pelo Corinthians.
Gino, como tantos adolescentes e jovens daquela época de ouro, queria ser jogador de futebol.
Aos vinte anos, ele procurou o Palmeiras. Corria o ano de 1949, ele tinha vinte anos, o Palmeiras era mais perto da casa dele, amigos o influenciaram a procurar o clube esmeraldino, alguém o levou ao Parque Antarctica para treinar, hoje um jogador se profissionaliza aos dezesseis anos, naquele tempo se descobria uma craque aos vinte, vinte e dois anos, ou mais...
Gino, como tantos, jogava na várzea.
Nos campos da várzea paulistana, seu nome vinha crescendo, naqueles tempos era na várzea que se forjavam as pérolas da bola, na várzea os craques proliferavam.
De Gino se dizia o seguinte: é um tanque de guerra, é uma arma mortífera de fazer gols!
O Palmeiras o acolheu. Mas o Palmeiras era uma plêiade de grandes astros experimentados. Gino foi aprovado, assim como seria aprovado Dino, sim, Dino Sani, “Il Signore Sani”, que era seu grande amigo e parceiro de várzea.
Mas, mal aproveitados, ambos foram emprestados ao XV de Jaú. No interior, ele e Dino transformaram-se em sucesso, chamaram a atenção, mas o Palmeiras os ignorou.
Gino e Dino foram então para o extinto Comercial da Capital e no Comercial seguiram fazendo furor enquanto o Palmeiras contratava craques já formados para enfrentar o imbatível São Paulo de Remo e Cia.
E foi justamente o Tricolor Paulista quem deitou vistas sobre os inseparáveis amigos, Gino e Dino.
O São Paulo tinha um time envelhecido, queria renovar, contratou os dois.
Gino custou ao São Paulo, em
1952, a bagatela de Cr$ 300.000 cruzeiros, Dino viria dois anos depois e
custaria ainda muito menos.
Sem ganhar o Campeonato Paulista desde 1949, ano do encerramento da carreira do inesquecível Leônidas da Silva, o São Paulo, aos poucos, foi refazendo seu time e, em 1953, armou um novo esquadrão, que sacudiu o país.
Tudo era novo no Tricolor.
Poy, o lendário goleiro argentino, iria marcar época, Mauro Ramos de Oliveira, o grande Mauro, o zagueiro elegante, iria solidificar seu nome, Maurinho, a flecha, iria despontar, Albella, o argentino ponta de lança faria estremecer os adversários, Pé de Valsa, o médio bailarino daria espetáculo e Gino, o tanque de guerra, a arma mortífera, passaria a ser o motivo da insônia dos rivais.
Sim, pois Gino era um destruidor de defesas!
Gino, lançado pelo técnico Vicente Feola, estreou num “Majestoso”, no Pacaembu, em 12/03/53, pelo Campeonato Paulista, e o São Paulo perdeu por 3 x 2. O menino não tremeu, encarou a defesa corintiana, duelou, trombou, dividiu, a torcida sentiu que aquele garoto vinha com uma sede de gols que dava gosto...
Na semana seguinte novo clássico, o Choque-Rei, no mesmo Pacaembu, e uma fragorosa derrota por 4 x 0.
Estremeceram-se as bases mas, Feola, o grande pai, o técnico bonachão e multi-vencedor, manteve o jovem time para as partidas subseqüentes.
Feola, dez dias depois, fez um amistoso contra o Atlético Mineiro, havia tempo para amistosos, o jogo foi no Estádio Independência em Belo Horizonte, não havia Mineirão, e o São Paulo ganhou por 3 x 0. O primeiro gol foi de Gino, um gol de insistência, depois de um demorado perde e ganha, depois de dividir a bola três vezes com um zagueiro do galo.
Gino Orlando, a máquina mortífera, nunca mais sairia do time.
Gino, aquele insistente, aquele obcecado pelo gozo de ver a bola no fundo do gol do adversário, passou a ser a esperança de gols da torcida são-paulina.
Gino tinha fome de gols, a alegria de Gino era ver a rede balançando, ele não
era habilidoso, não! Longe disso! Mas era um goleador espetacular. Em entrevista a uma rádio paulista alguém, desinformado, perguntou a Gino, nos primeiros dias de sua saga de glórias, se ele gostaria de jogar um pouco mais recuado e ele respondeu: “Não! “Quero jogar de artilheiro, meu negócio é fazer gols”!
Gino iria marcar época no São Paulo FC.
Já em 1953, ano de sua estréia, ele arrebentou. O Pacaembu ficava em solene suspense até os últimos momentos de qualquer jogo do Bem Amado; o tanque de guerra, a arma mortífera, podia decidir e levar o São Paulo à vitória com uma cabeçada, com uma trombada, com um gol mágico, tirado da cartola quando ninguém mais esperava.
Ai dos beques se vacilassem, o homem era um perigo!
Gino virou ídolo.
O São Paulo foi Campeão Paulista de 1.953 vencendo o Santos, por 3 gols a 1 em plena Vila Belmiro, Gino não fez gols mas incomodou, brigou, guerreou, chamou a atenção, abriu espaços, encantou. O jogo final aconteceu em 24/01/54; erra, portanto, quem diz que houve outro “Campeão do Centenário”, pois o primeiro campeão do ano de 1954, ano do quarto centenário de São Paulo, foi o São Paulo FC, embora o título se referisse ao ano anterior!
Ouviram, iguais?
O primeiro campeão do ano de 1954 foi o São Paulo de Gino!
Espalhem!
E Gino Orlando foi se acostumando com a responsabilidade de vestir a camisa das três cores mais lindas do mundo, era como se tivesse começado no São Paulo.
Gino não tinha medo de nada, zagueiro nenhum o parava, Gino desbravava a área como um saqueador, era implacável. Desandou a marcar gols.
Houve um período difícil na vida São Paulo. O time sofreu várias mudanças, o projeto Morumbi começou a ser implantado, dinheiro só era gasto com muita parcimônia, era em Gino que se concentravam as esperanças de nossos gols.
E ele não decepcionava. “Gooool de Ginooo”, gritavam os narradores do rádio!
O São Paulo era Gino, o tanque de guerra, a arma mortífera, e mais dez.
O povo pediu e Gino foi à seleção.
Em 1956, em partida inesquecível, no histórico Estádio do Vale do Jamor, em Portugal, Gino assombrou o mundo e fez, de bicicleta, o gol que deu a vitória ao Brasil por 1 x 0. Sim, de bicicleta!
O Brasil nunca havia vencido uma Copa do Mundo, aquela vitória na Europa e aquele gol da “arma mortífera”, Gino, o transformaram de vez em celebridade, Gino passou a ser o craque de todas as torcidas, o vingador, o herói da área.
O São Paulo foi crescendo em torno de seu artilheiro. Dino, o eterno companheiro, era o dono do meio campo, surgiu Canhoteiro, o maior ponta-esquerda que o mundo conheceu, depois veio Mestre Ziza e o Tricolor, em 1957, destruiu a parceirada, sem dó.
Ninguém podia com aquele timaço de Poy, De Sordi e Mauro, Dino, Victor e Riberto, Maurinho, Amauri, ele, Gino, a máquina mortífera, Zizinho e Canhoteiro.
Em memorável vitória, o São Paulo bateu o Corinthians, no Pacaembu, por 3 x 1, e sagrou-se Campeão Paulista daquele ano sagrado e antológico.
Claro, nos meados dos anos 50 Zizinho foi rei, Dino foi gênio, Mauro foi estrela impecável, mas Gino era a garra, era a esperança do gol, era a referência da área, era o verdadeiro pesadelo dos adversários!
Alfredo Ramos, um lateral-esquerdo espetacular chamado de “polvo” pela torcida tricolor e que brilhara no time até o final da década de 40 como reserva de Noronha, se transferira para o abominável rival, o Corinthians.
Em 1957, ano de glória são-paulina, Alfredo, o “polvo”, num lance infeliz, em jogo contra o próprio São Paulo, em um “Majestoso” perdido na noite dos tempos, quebrou a perna.
Atribuiu a torcida corintiana a Maurinho, nosso velocíssimo ponta-direita, a fratura do bom Alfredo. Um ambiente tenso e belicoso estabeleceu-se no ano de 1957 entre torcidas e jogadores de São Paulo e Corinthians.
Gino, nosso implacável artilheiro, entrevistado, defendeu Maurinho, atribuiu à má sorte a contusão do “polvo” e disse que futebol era para homem, que acidentes aconteciam.
Vou contar a vocês um episódio histórico, vou contar o que ninguém jamais contou com precisão.
Prestem atenção, iguais.
Alfredo Ramos morava na Rua Felipe Cardoso, no Bairro do Jardim da Saúde, em São Paulo.
Alfredo, o “polvo”, era simpático aos são-paulinos mas os corintianos não se conformavam com a contusão dele e com as declarações de Gino.
Ocorreu que o elenco corintiano foi visitar o convalescente Alfredo Ramos em sua casa, na referida Rua Felipe Cardoso, e, no mesmo dia, vários jogadores do São Paulo também tiveram a mesma idéia.
Os rivais se encontraram. Naquele tempo os craques amavam as camisas que vestiam, o futebol era amadorístico e maravilhoso!
Luizinho, o “Pequeno Polegar”, o maior ídolo corintiano, estava irado, só dava São Paulo, o Corinthians era freguês!
Ao avistar os atletas são-paulinos que saíam da casa de Alfredo, na Rua Felipe Cardoso, justamente no momento em que os corintianos chegavam, Luizinho não teve dúvidas, colheu do chão um tijolo e arremessou-o contra Gino atingindo-o na testa!
Foi uma guerra.
Até hoje os mais antigos moradores do bairro do Jardim da Saúde comentam esse acontecimento.
A decisão do Campeonato Paulista de 1957, entre São Paulo e Corinthians seria vivida depois, imaginem sob que clima!
Gino, nosso personagem, foi execrado pelo “bando de loucos” e idolatrado de vez pela torcida do “Mais Querido”. Não são raras as fotos da época que mostram o “tanque de guerra”, a “arma mortífera”, Gino Orlando, com a testa envolta em um grande esparadrapo, balançando as redes...
Gino foi, e é, um símbolo do São Paulo FC.
Naquele tempo se jogava menos, o número de jogos era infinitamente menor mas, mesmo assim, Gino é, até os dias que correm, o segundo maior artilheiro da história do clube.
Gino, o tanque, a arma mortífera, fez maravilhosos 237 gols com a sacrossanta camisa das três cores mais lindas do mundo, entre os anos de 1953/62, só perde para Serginho Chulapa.
Gino participou do jogo de inauguração do Morumbi, em 1960 e, sabem de uma particularidade? Foi de Gino a primeira bola que bateu na trave em nosso Templo sagrado. Aos 43 minutos do 2º tempo do jogo entre São Paulo x Sporting, Gino carimbou a trave pela vez primeira. A torcida lamentou, queria que o seu goleador-mor, a arma mortífera, o tanque de guerra, pesadelo dos adversários, fizesse o gol...
Gino era um valente em campo. Técnica? Nada de técnica, Gino era um craque destemido, era um briguento que queria a bola, ninguém, nenhum zagueiro, jamais o assustou; ao contrário, enfrentar Gino causava paúra nas defesas inimigas.
Fora de campo, Gino Orlando era um gentleman. Correto, Gino era um homem com H maiúsculo. Um dia Luizinho, o “pequeno polegar” corintiano, se desculpou publicamente com ele por tê-lo ferido no lamentável episódio do Jardim da Saúde. Gino recebeu as desculpas, abraçou o craque do alvinegro, perdoou; só os grandes espíritos sabem perdoar. O gesto de Gino foi magnífico.
Gino, depois de encerrar a gloriosa carreira como colecionador de gols de todos os tipos, permaneceu dedicado ao São Paulo FC, o São Paulo reconheceu nele uma alma tricolor. Gino foi ser o “Prefeito do Morumbi”, administrou com inigualável competência o estádio até o dia de sua morte, em 24/04/03, ninguém conhecia mais o “Cícero Pompeu de Toledo” do que o “seu Gino”.
Convivi com o Gino no Morumbi, na época em que ele administrava o estádio. Gino era doce, equilibrado, modesto, era educado, dele ouvi muitas histórias, pessoa humilde, atendia a todos com a mesma educação e simplicidade.
Nem parecia que ele fora um ídolo amado, maiúsculo, gigantesco, inesquecível, da história do Mais Querido.
Gino é um imortal astro da epopéia são-paulina, essa epopéia tão farta de exemplos edificantes. Gino foi um bravo, foi um lutador, foi uma legenda. Gino foi um devastador de defesas, foi um executor implacável de goleiros, foi um tormento para os adversários, um pesadelo, ele era letal na área.
Gino é para sempre, são-paulinos! Gino Orlando, artilheiro destemido, fantasma dos rivais, tanque de guerra na área, arma mortífera!
Camisa 9 inesquecível, uma lenda, Gino Orlando foi “o cara”. Nunca será olvidado.
Ave, Gino!
Paz, meus iguais.
Antonio Carlos Sandoval Catta-Preta é advogado e são-paulino.
Sigam catta_preta on twitter
antoniocattapreta@yahoo.com.br
domingo, 25 de julho de 2010
A Fórmula 1 é um circo onde os palhaços somos nós!
Por AIRTON GONTOW*
A Fórmula 1 é um grande circo, onde os palhaços somos nós, que acordamos ou deixamos de dormir para acompanhar seus treinos, corridas, constantes mudanças de regulamentos e maracutaias.
É uma competição em que homens correm em desigualdade de condições e a máquina decide muito mais que o piloto.
Torcemos e vibramos com títulos de falsos heróis que geralmente tiveram condições muito superiores aos adversários.
Tantas vezes vemos um piloto conquistar o título em um ano e no seguinte chegar no pelotão intermediário em quase todas as provas.
Perdeu porque piorou?
Não, simplesmente porque o carro já não é o melhor.
Há pilotos brilhantes que passam a vida criticados porque nunca tiveram a sorte de contar com o melhor carro.
Não sou especialista e estou aberto a argumentos contrários, mas não esqueço que o tão criticado Mansell – o desastrado, o destruidor de carros – foi depois campeão da F-1 (92) e da Fórmula Indy em 93, em seu ano de estreia da categoria.
Geralmente a F-1 é uma disputa limitada a pilotos de uma ou duas grandes equipes, que competem com máquinas equivalentes, como vimos nas inesquecíveis disputas entre Senna e Prost, como em 88, quando a McLaren venceu 15 das 16 provas (oito vitórias de Senna, sete de Prost e uma de Berger da Ferrari).
E até esse pequeno gosto é retirado do público quando acontecem marmeladas como esta, mais uma vez capitaneada pela Ferrari.
Aí sim o homem decide na F-1.
Decide fora da pista, quando acontecem as ordens para os segundos pilotos cederem seus lugares ao primeiro piloto, como vimos hoje com Felipe Massa e Fernando Alonso; em 2002, no GP da Áustria, quando Rubens Barrichello desacelerou sua Ferrari para deixar Michael Schumacher ganhar a corrida e em tantas outras vezes na história.
O que aconteceu em Hockenheim foi uma vergonha.
Pior do que a atitude na pista, foi a justificativa de Felipe Massa fora dela. “Sou um homem de equipe”, justificou.
Por ser homem de equipe, Nelsinho Piquet bateu o carro no GP de Cingapura, em 2008, para favorecer seu companheiro Fernando Alonso.
Aliás, alguém consegue explicar porque o piloto espanhol não foi punido pela FIA e ainda foi contratado pela mais famosa das equipes?
Acredito que quase tão ruim e conivente com a imoralidade quanto ver um espetáculo circense construído à custa do maltrato aos animais é assistir ao circo podre desta categoria que cada vez menos tem o direito de ser chamada de esporte.
*Airton Gontow é jornalista e cronista.
A Fórmula 1 é um grande circo, onde os palhaços somos nós, que acordamos ou deixamos de dormir para acompanhar seus treinos, corridas, constantes mudanças de regulamentos e maracutaias.
É uma competição em que homens correm em desigualdade de condições e a máquina decide muito mais que o piloto.
Torcemos e vibramos com títulos de falsos heróis que geralmente tiveram condições muito superiores aos adversários.
Tantas vezes vemos um piloto conquistar o título em um ano e no seguinte chegar no pelotão intermediário em quase todas as provas.
Perdeu porque piorou?
Não, simplesmente porque o carro já não é o melhor.
Há pilotos brilhantes que passam a vida criticados porque nunca tiveram a sorte de contar com o melhor carro.
Não sou especialista e estou aberto a argumentos contrários, mas não esqueço que o tão criticado Mansell – o desastrado, o destruidor de carros – foi depois campeão da F-1 (92) e da Fórmula Indy em 93, em seu ano de estreia da categoria.
Geralmente a F-1 é uma disputa limitada a pilotos de uma ou duas grandes equipes, que competem com máquinas equivalentes, como vimos nas inesquecíveis disputas entre Senna e Prost, como em 88, quando a McLaren venceu 15 das 16 provas (oito vitórias de Senna, sete de Prost e uma de Berger da Ferrari).
E até esse pequeno gosto é retirado do público quando acontecem marmeladas como esta, mais uma vez capitaneada pela Ferrari.
Aí sim o homem decide na F-1.
Decide fora da pista, quando acontecem as ordens para os segundos pilotos cederem seus lugares ao primeiro piloto, como vimos hoje com Felipe Massa e Fernando Alonso; em 2002, no GP da Áustria, quando Rubens Barrichello desacelerou sua Ferrari para deixar Michael Schumacher ganhar a corrida e em tantas outras vezes na história.
O que aconteceu em Hockenheim foi uma vergonha.
Pior do que a atitude na pista, foi a justificativa de Felipe Massa fora dela. “Sou um homem de equipe”, justificou.
Por ser homem de equipe, Nelsinho Piquet bateu o carro no GP de Cingapura, em 2008, para favorecer seu companheiro Fernando Alonso.
Aliás, alguém consegue explicar porque o piloto espanhol não foi punido pela FIA e ainda foi contratado pela mais famosa das equipes?
Acredito que quase tão ruim e conivente com a imoralidade quanto ver um espetáculo circense construído à custa do maltrato aos animais é assistir ao circo podre desta categoria que cada vez menos tem o direito de ser chamada de esporte.
*Airton Gontow é jornalista e cronista.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Os 20 jogadores Sub21 mais valiosos do mundo 2009 segundo a revista " Futebol Finance"
Segue lista divulgada pela revista “Futebol Finance”, dos 20 jogadores com idade abaixo de 21 anos, mais valiosos do mundo.
1º - Sergio Aguero – 21 anos – Argentino – Atlético de Madrid-ESP - € 50.000.000,00
2º - Karim Benzema – 21 anos – França – Real Madrid-ESP - € 40.000.000,00
3º - Gonzalo Higuain – 21 anos – Argentina – Real Madrid-ESP - € 30.000.000,00
4º - Alexandre Pato – 20 amos – Brasil – Milan-ITA - €30.000.000,00
5º - Mario Balotelli – 19 anos – Itália – Internazionale-ITA - € 30.000.000,00
6º - Theo Walcott – 20 anos – Inglaterra – Arsenal-ING - € 25.000.000,00
7º - Stevan Jovetic – 20 anos – Montenegro – Fiorentina-ITA - € 25.000.000,00
8º - Juan Manuel Mata – 21 anos – Espanha – Valencia-ESP - € 25.000.000,00
9º - Angel Di Maria – 21 anos – Argentina – Benfica-POR - € 20.000.000,00
10º - Miralem Sulejmani – 20 anos – Sérvia – Ajax-HOL - € 15.000.000,00
11º - Bojan Krkic – 19 anos – Espanha – Barcelona-ESP - € 15.000.000,00
12º - Neymar – 17 anos – Brasil – Santos-BRA - € 12.500.000,00
13º - Guilherme – 21 anos – Brasil – CSKA Moscou-RUS - € 10.000.000,00
14º - Marko Marin – 20 anos – Alemanha – Werder Bremen-ALE - € 10.000.000,00
15º - Keirrison – 20 anos – Brasil – Barcelona-ESP - € 10.000.000,00
16º - Marko Arnautovic – 20 anos – Áustria – Internazionale-ITA - € 10.000.000,00
17º - Alan Dzagoev – 19 anos – Rússia – CSKA Moscou-RUS - € 10.000.000,00
18º - Sydou Boumbia – 21 anos – Costa do Marfim – Young Boys-SUI - € 9.000.000,00
19º - Thomas Muller – 20 anos – Alemanha – Bayern Munique-ALE - € 9.000.000,00
20º - Alberto Paloschi – 19 anos – Itália – Parma-ITA - € 9.000.000,00
domingo, 22 de novembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Campeonato Brasileiro 2029 - Versão Pessimista
Texto retirado do site http://blogdotorero.blog.uol.com.br/arch2009-08-01_2009-08-31.html
Campeonato Brasileiro 2029 – Versão Pessimista
(Continuando o debate, vai aí o texto pessimista. Tem um estilo muito parecido com o de ontem, inclusive com um certo sãopaulinismo)
O Futebol Brasileiro não se modernizou. Nosso calendário é o único no mundo a não seguir o modelo Europeu. Ricardo Havelange Neto, presidente reeleito da CBF afirmou: “eles é que tem que nos seguir, somos o maior pé-de-obra do mundo” e num momento de humildade: “nossa meta é sediarmos a Copa de 38, precisamos mostrar ao mundo que melhoramos em relação à de copa 14”.
Abaixo uma análise rápida dos times com mais chances nessa temporada:
1) São Paulo - conquistou Oito Brasileiros em 10 anos. Perdeu em duas oportunidades para o Internacional por estar disputando simultaneamente o Mundial de Clubes. Como não houve consenso para alteração do calendário brasileiro, o tricolor do Morumbi abdicou por duas vezes do Brasileirão, jogando com um time B, para tentar o Mundial de Clubes, sem sucesso, já que não conseguiu tempo para a pré-temporada.
2) Palmeiras - vem fazendo boas campanhas no Paulistão, agora com 32 clubes, e no Brasileirão, que voltou a ser mata-mata graças a pressão da Televisão (a GloboCord, fusão da Globo com Record), já que o ano continua com apenas 52 semanas. Na Libertadores também tem conquistado algumas semi-finais muito emocionantes, perdendo somente nos pênaltis.
3) Corinthians – supercampeão paulista do século XXI (já são 17 títulos). Continua tentando chegar às quartas-de-final da Libertadores. Há um consenso de que não pode pegar time argentino nesta fase, pois em geral os portenhos estão com mais preparo físico, já que faz 60 jogos por ano, ao contrário do Timão, que bateu recorde mundial ao disputar 106 partidas em 2025, com aproveitamento superior a 75%, grande audiência na TV e em seu estádio (o Lulão, construído em Guarulhos com dinheiro público), embora com poucos títulos relevantes.
4) Santos - caiu para a série B do Brasileirão, mas emplacou alguns títulos paulistas. Continua relutando em abandonar a histórica Vila Belmiro e jogar na nova arena do Pacaembu. Indeciso entre ser grande, médio ou pequeno, continua sendo apenas aquele "time todo de branco", estoicamente sem patrocínio.
5) Portuguesa - exemplo de time bem administrado, e com a força da economia portuguesa dando uma ajuda na gestão moderna, já é a terceira força do estado e a quarta em torcida. De time mais simpático do Brasil, a recente conquista da Libertadores já o fez ser um dos mais odiados.
6) Flamengo e Vasco - dividem os títulos do cada vez mais empolgante campeonato carioca (com 28 clubes na única divisão), recorde de audiência na TV e Maracanã sempre lotado. A briga pela Sul-Americana também tem empolgado as duas crescentes torcidas. "Libertadores não é tudo isso", diz o presidente Roberto Dinamite, em seu quinto mandato seguido. Na ausência dos grandes que estão na Libertadores (com 64 clubes, sendo 8 brasileiros por pressão da CBF e da Globo), o Flamengo chegou ano passado à sua nona conquista de Copa do Brasil diante do Sampaio Correia em pleno Sarneyzão.
7) Botafogo - tem feito boas campanhas na série B e conquistou um inédito bi-campeonato carioca, exaustivamente comemorado por sua torcida após 18 anos de fila. Gerou um filme de sucesso: "A Batalha do Engenhão", sobre a espetacular vitória sobre o Goytacaz, de virada, com dois jogadores a menos.
8) Fluminense - quase conseguiu subir após brilhante campanha na série C, mas acabou derrotado o pelo Campinas F.C., o mais novo time do Brasil, que aos poucos vem obtendo bons resultados, apesar de seus torcedores mais velhos sentirem saudades dos tempos da rivalidade entre Guarani e Ponte Preta. Os dois títulos paulistas fizeram crescer uma legião de novos torcedores na cidade. Segundo o IBOPE, já tem a maior torcida do interior, superando a do Santos.
9) Grêmio e Inter – têm os dois mais modernos estádios do país. Alternam títulos com freqüência. Chegaram ao consenso que só devem entrar no campeonato gaúcho no quadrangular final, tendo tempo livre para essa “frescura” da pré-temporada, geralmente no exterior. Preferem os títulos internacionais aos nacionais. São os clubes brasileiros mais conhecidos no exterior depois do São Paulo. Além de lucrativos, são os únicos que importam craques. Mas os gaúchos tradicionalistas reclamam que os times perderam a "pegada=“ que tinham no século XX, virando presas fáceis de argentinos e uruguaios. O Último Gre-Nal teve apenas oito faltas.
10) Cruzeiro - domina o cenário mineiro. Está sempre na Libertadores. “O time do quase", pois quando está próximo de conquistar títulos, seu presidente, Perrella Neto, desmonta a equipe, faz fortuna e amplia a Toca da Raposa, o melhor centro de treinamento da América latina.
11) Atlético MG - chegou pela vigésima - sexta vez entre os quatro melhores do Brasileirão. Suas chances aumentaram depois que retornou o mata-mata. Sua torcida continua tendo a melhor média de público do país. O América MG fechou suas portas ao ficar em último na Série C mineira.
12) Bahia - time também fechando as portas depois de não se classificar para a série D e rejeitar a fusão com o Vitória, hoje na B. A nova Fonte-Nova, construída para a trágica Copa de 2014, é hoje o mais moderno centro de convenções do país depois que Salvador foi declarada Patrimônio da Humanidade.
14) Atlético Coritiba e Paraná - rejeitaram categoricamente qualquer possibilidade de fusão. Após quatro anos tendo os três times na Série B, finalmente o Paraná subiu e será o terceiro time do Sul na Série A, além de Grêmio e Inter. Usará a Arena da Baixada num acordo com o Furacão para que o co-irmão não decrete falência e tenha que, a exemplo do Coxa, vender seu estádio para pagar suas dívidas.
15) Seleção Brasileira – há 13 anos não joga no Brasil. CBF apóia candidatura da Nova Zelândia para a próxima Copa por acreditar que o Brasil sempre se dá bem nas Copas em países futebolisticamente neutros. O presidente da CBF diz que o futebol brasileiro é o mais lucrativo do mundo, e isso é o que importa. Aliás, num brilhante acordo com a UEFA, a decisão da Champions League deste ano será no Vivaldão, em Manaus, revitalizado após seu Último uso, o histórico Nigéria x Costa Rica em 2014...
Campeonato Brasileiro 2029 – Versão Pessimista
(Continuando o debate, vai aí o texto pessimista. Tem um estilo muito parecido com o de ontem, inclusive com um certo sãopaulinismo)
Texto de Lino Porto
O Futebol Brasileiro não se modernizou. Nosso calendário é o único no mundo a não seguir o modelo Europeu. Ricardo Havelange Neto, presidente reeleito da CBF afirmou: “eles é que tem que nos seguir, somos o maior pé-de-obra do mundo” e num momento de humildade: “nossa meta é sediarmos a Copa de 38, precisamos mostrar ao mundo que melhoramos em relação à de copa 14”.
Abaixo uma análise rápida dos times com mais chances nessa temporada:
1) São Paulo - conquistou Oito Brasileiros em 10 anos. Perdeu em duas oportunidades para o Internacional por estar disputando simultaneamente o Mundial de Clubes. Como não houve consenso para alteração do calendário brasileiro, o tricolor do Morumbi abdicou por duas vezes do Brasileirão, jogando com um time B, para tentar o Mundial de Clubes, sem sucesso, já que não conseguiu tempo para a pré-temporada.
2) Palmeiras - vem fazendo boas campanhas no Paulistão, agora com 32 clubes, e no Brasileirão, que voltou a ser mata-mata graças a pressão da Televisão (a GloboCord, fusão da Globo com Record), já que o ano continua com apenas 52 semanas. Na Libertadores também tem conquistado algumas semi-finais muito emocionantes, perdendo somente nos pênaltis.
3) Corinthians – supercampeão paulista do século XXI (já são 17 títulos). Continua tentando chegar às quartas-de-final da Libertadores. Há um consenso de que não pode pegar time argentino nesta fase, pois em geral os portenhos estão com mais preparo físico, já que faz 60 jogos por ano, ao contrário do Timão, que bateu recorde mundial ao disputar 106 partidas em 2025, com aproveitamento superior a 75%, grande audiência na TV e em seu estádio (o Lulão, construído em Guarulhos com dinheiro público), embora com poucos títulos relevantes.
4) Santos - caiu para a série B do Brasileirão, mas emplacou alguns títulos paulistas. Continua relutando em abandonar a histórica Vila Belmiro e jogar na nova arena do Pacaembu. Indeciso entre ser grande, médio ou pequeno, continua sendo apenas aquele "time todo de branco", estoicamente sem patrocínio.
5) Portuguesa - exemplo de time bem administrado, e com a força da economia portuguesa dando uma ajuda na gestão moderna, já é a terceira força do estado e a quarta em torcida. De time mais simpático do Brasil, a recente conquista da Libertadores já o fez ser um dos mais odiados.
6) Flamengo e Vasco - dividem os títulos do cada vez mais empolgante campeonato carioca (com 28 clubes na única divisão), recorde de audiência na TV e Maracanã sempre lotado. A briga pela Sul-Americana também tem empolgado as duas crescentes torcidas. "Libertadores não é tudo isso", diz o presidente Roberto Dinamite, em seu quinto mandato seguido. Na ausência dos grandes que estão na Libertadores (com 64 clubes, sendo 8 brasileiros por pressão da CBF e da Globo), o Flamengo chegou ano passado à sua nona conquista de Copa do Brasil diante do Sampaio Correia em pleno Sarneyzão.
7) Botafogo - tem feito boas campanhas na série B e conquistou um inédito bi-campeonato carioca, exaustivamente comemorado por sua torcida após 18 anos de fila. Gerou um filme de sucesso: "A Batalha do Engenhão", sobre a espetacular vitória sobre o Goytacaz, de virada, com dois jogadores a menos.
8) Fluminense - quase conseguiu subir após brilhante campanha na série C, mas acabou derrotado o pelo Campinas F.C., o mais novo time do Brasil, que aos poucos vem obtendo bons resultados, apesar de seus torcedores mais velhos sentirem saudades dos tempos da rivalidade entre Guarani e Ponte Preta. Os dois títulos paulistas fizeram crescer uma legião de novos torcedores na cidade. Segundo o IBOPE, já tem a maior torcida do interior, superando a do Santos.
9) Grêmio e Inter – têm os dois mais modernos estádios do país. Alternam títulos com freqüência. Chegaram ao consenso que só devem entrar no campeonato gaúcho no quadrangular final, tendo tempo livre para essa “frescura” da pré-temporada, geralmente no exterior. Preferem os títulos internacionais aos nacionais. São os clubes brasileiros mais conhecidos no exterior depois do São Paulo. Além de lucrativos, são os únicos que importam craques. Mas os gaúchos tradicionalistas reclamam que os times perderam a "pegada=“ que tinham no século XX, virando presas fáceis de argentinos e uruguaios. O Último Gre-Nal teve apenas oito faltas.
10) Cruzeiro - domina o cenário mineiro. Está sempre na Libertadores. “O time do quase", pois quando está próximo de conquistar títulos, seu presidente, Perrella Neto, desmonta a equipe, faz fortuna e amplia a Toca da Raposa, o melhor centro de treinamento da América latina.
11) Atlético MG - chegou pela vigésima - sexta vez entre os quatro melhores do Brasileirão. Suas chances aumentaram depois que retornou o mata-mata. Sua torcida continua tendo a melhor média de público do país. O América MG fechou suas portas ao ficar em último na Série C mineira.
12) Bahia - time também fechando as portas depois de não se classificar para a série D e rejeitar a fusão com o Vitória, hoje na B. A nova Fonte-Nova, construída para a trágica Copa de 2014, é hoje o mais moderno centro de convenções do país depois que Salvador foi declarada Patrimônio da Humanidade.
14) Atlético Coritiba e Paraná - rejeitaram categoricamente qualquer possibilidade de fusão. Após quatro anos tendo os três times na Série B, finalmente o Paraná subiu e será o terceiro time do Sul na Série A, além de Grêmio e Inter. Usará a Arena da Baixada num acordo com o Furacão para que o co-irmão não decrete falência e tenha que, a exemplo do Coxa, vender seu estádio para pagar suas dívidas.
15) Seleção Brasileira – há 13 anos não joga no Brasil. CBF apóia candidatura da Nova Zelândia para a próxima Copa por acreditar que o Brasil sempre se dá bem nas Copas em países futebolisticamente neutros. O presidente da CBF diz que o futebol brasileiro é o mais lucrativo do mundo, e isso é o que importa. Aliás, num brilhante acordo com a UEFA, a decisão da Champions League deste ano será no Vivaldão, em Manaus, revitalizado após seu Último uso, o histórico Nigéria x Costa Rica em 2014...
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